 |
| |
Os
30 anos de operação comercial
|
|
Foi
no dia 14 de setembro de 1974 que um trem de metrô
correu pela primeira vez, em operação
comercial, nos trilhos subterrâneos entre
Jabaquara e Vila Mariana. Começava então
uma longa epopéia de desafios diários,
a de garantir diariamente a milhares de passageiros
um transporte rápido, seguro e de qualidade.
Para quem participou desse trabalho pioneiro,
considerado por muitos na época uma aventura,
a sensação de vitória é
inegável. De fato, apesar de sua complexidade
e das inúmeras dificuldades que tiveram
que ser superadas, o Metrô de São
Paulo é um empreendimento que deu certo.
Inserido perfeitamente nas regiões por
onde passa, tornou-se elemento vivo e essencial
à vida cotidiana dos paulistanos. E mais
do que isso, desfruta junto à população,
de um elevado índice de aceitação,
quando comparado com outros serviços públicos,
o que é atestado por pesquisas sistemáticas
feitas por órgãos especializados.
Isto traz para os responsáveis da operação
do Metrô uma responsabilidade muito maior
do que simplesmente oferecer um transporte rápido,
regular e seguro para mais de dois milhões
de usuários diários. O desafio permanente
é o de continuar a ser “o melhor”,
apesar dos inúmeros imprevistos que enfrenta
a cada dia. A segurança, tanto operacional
quanto pública, é um fator vital,
que não permite tolerâncias, em qualquer
circunstância. Numa hora de pico, com centenas
de pessoas se aglomerando nas plataformas, não
se pode admitir atrasos, nem falhas. O usuário
que penetra numa estação quer se
sentir absolutamente tranqüilo e chegar a
seu destino com rapidez e um certo conforto. Tudo
isso exige em primeiro lugar equipes preparadas
e treinadas, mas também uma tecnologia
adequada, tanto de processos quanto de equipamentos.
Tudo isso o Metrô cuidou de ter, desde sua
implantação, há mais de 30
anos.
De fato, desde o planejamento de sua primeira
linha, antes mesmo de ser escolhida a tecnologia
que seria adotada, foi estabelecido que o modelo
operacional teria o usuário como foco principal.
Os padrões de serviço seriam similares
ao que há de melhor no mundo. É
por isso que os profissionais, incumbidos da implantação,
especificaram o que o estado-da-arte indicava
como o melhor no mundo e o mais adequado para
São Paulo. Era uma época de importantes
inovações tecnológicas em
todos os setores da engenharia – civil,
elétrica, eletrônica e mecânica.
Os técnicos souberam aproveitar com precisão
esses avanços para dotar o Metrô
de um sistema que pudesse permear os anos, sempre
garantindo um alto padrão de qualidade
de serviço, um desempenho considerado bom,
sem nenhum registro de acidente grave em todos
esses anos e com a possibilidade de enfrentar,
com sucesso e rapidez, os inúmeros problemas
e as mais variadas ocorrências...
|
| |
DECIO
GILSON C. TAMBELLI
DIRETOR DE OPERAÇÃO DA COMPANHIA
DO METROPOLITANO DE SÃO PAULO - METRÔ
|
| |
para
ver a matéria completa adquira a edição
564/2004.
Clique aqui! |
|
| |
| |
| reportagem |
| |
| |
| entrevista |
| |
| |
| artigos |
| |
| |
| •
Ano 2010: futuro próximo |
|
| |
| •
Em busca do crescimento consistente |
|
| •
Da “baldeação”
à integração sem fronteiras:
a inserção na região
metropolitana |
|
| •
As pesquisas origem e destino e as viagens
na metrópole |
|
| •
Planejando a rede futura |
|
| •
Evolução dos estudos de previsão
de demanda |
|
| |
| |
| •
O sistema de gestão da qualidade
da operação |
|
+
mais artigos adquira a edição
564/2004+ |
|
| |
|