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Projeto
de recuperação Existem
sedimentos e lixo ao longo dos 40 quilômetros do trecho da Região Metropolitana
de São Paulo do rio Tietê, da barragem da Penha até o lago canal da
barragem Edgard de Souza em Santana de Parnaíba, o que por si só representa
um permanente desafio no que se refere aos trabalhos de desassoreamento
do rio para evitar as perniciosas inundações. Em pontos específicos,
no encontro do Tietê com os rios Tamanduateí, Cabuçu de Cima, Cotia
e São João do Barueri e os córregos Aricanduva, Mandaqui e Ribeirão
Vermelho, entre outros, há um acúmulo maior de sujeira. “Como o declive
desses córregos é mais elevado, eles trazem um maior contingente de
lixo, principalmente nas enchentes”, diz o engenheiro Wilson Roberto
Waki, coordenador do Projeto de Despoluição da Bacia do Tietê. |
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