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Bacia hidrográfica do
RIBEIRA DO IGUAPE

Plano de ação para o
controle das inundações e diretrizes
para o desenvolvimento do Vale do Ribeira

As cheias do Ribeira do Iguape são fenômenos físico-naturais caracterizados pela ocorrência de extravasamento das águas da calha natural em direção às várzeas, onde se situam as sedes dos municípios, bairros rurais e a porção de área que se apresenta mais produtiva para as atividades agrícolas tradicionalmente praticadas na região, gerando impactos. Dentre estes, se destacam: perda de vidas humanas, prejuízos com a inundação de habitações e estabelecimentos comerciais, prejuízos com a perda da produção agrícola e interrupção do tráfego de estradas, inclusive com isolamento de cidades.

O problema dos desabrigados, em razão das inundações, é um dos mais sérios, pelo número de habitações atingidas, pelos transtornos causados aos moradores e pelas dificuldades enfrentadas no atendimento e assistência às populações atingidas.

As barragens para o controle de enchentes no Vale do Ribeira foram propostas pelo DAEE, desde a década de 70, e os inúmeros estudos que se seguiram ao longo do tempo apontaram para o aproveitamento múltiplo, incluindo a geração hidrelétrica, para assegurar a viabilidade econômica desses empreendimentos. Por motivos diversos, esses empreendimentos não se concretizaram.

Em face do aumento da freqüência de ocorrência das inundações no Vale do Ribeira nos últimos anos - sobretudo em conseqüência da enchente de janeiro de 1997, quando foi registrado o maior nível de inundação da história nos postos fluviométricos monitorados pelo DAEE (tabela 1), provocando inundações em 15 municípios, atingindo cerca de 5.170 residências, causando a morte de 3 pessoas e deixando cerca de 15.440 desabrigados -, e sensibilizado com o drama da população local e ciente da necessidade de iniciativas mais contundentes dos poderes públicos, uma vez que a região permanece em condições bastante subdesenvolvidas, considerando-se os mais diversos indicadores sócio-econômicos, o DAEE, com a participação de diversos técnicos de suas várias diretorias, da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil e do Instituto de Engenharia, elaborou em 1998 esse relatório, que resultou numa profunda avaliação técnica sobre o assunto.
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EQUIPE TÉCNICA DO DAEE/SP
 
 



 



     
     


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



   
   
   
   
   
   

   



 
edição 548/2001
 



DAEE 50 ANOS
CUIDANDO DAS
ÁGUAS DO ESTADO
DE SÃO PAULO

  O NOVO VALOR DA ÁGUA,
AGORA COMO BEM COLETIVO
 
  UM PLANO PARA
OS CAMINHOS DA ÁGUA
 
  A EQUIPE DO
“QUANDO, COMO E ONDE” CONSTRUIR RESERVATÓRIOS
 
  DESASSOREAR O RIO
É TAREFA QUE NÃO PÁRA
 
  OUTORGA E FISCALIZAÇÃO
 
  UM PROJETO PARA ACABAR COM AS INUNDAÇÕES
 
  PROGRAMAS DE COMBATE ÀS INUNDAÇÕES
 
  VALE DO PARAÍBA,
O BERÇO DO DAEE
 
  ESGOTAMENTO SANITÁRIO
 
  ESTUDOS E PROJETOS
DE ÁGUA SUBTERRÂNEA
 
  GERANDO TECNOLOGIA PARA A GESTÃO DE REC. HÍDRICOS
 
  CONVÊNIO DAEE-USP
 
  ...PESQUISA APLICADA À GESTÃO COSTEIRA
 
  PARQUE ECOLÓGICO DO TIETÊ
 
  RECUPERAÇÃO DE ÁREAS ALAGÁVEIS
 
 

SISTEMA JUQUIÁ

 
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