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OBRAS
DE CANALIZAÇÃO
DO RIO TAMANDUATEÍ
UM
POUCO DE HISTÓRIA
Uma das mais importantes sub-bacias do Alto Tietê, a bacia hidrográfica
do rio Tamanduateí, com 323 km² abrange zonas centrais de importantes
cidades como São Paulo, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano,
Diadema e Mauá. Já no século XIX as inundações causadas pelo rio Tamanduateí
na chamada Várzea do Carmo, hoje Parque D. Pedro, provocavam o protesto
das populações ribeirinhas e da imprensa, que exigiam a execução de
obras de canalização como forma de prevenir epidemias conseqüentes das
enchentes.
Várias alternativas de projetos foram estudadas desde então, tendo algumas
até sido colocadas em prática, com resultados, todavia, pouco satisfatórios.
Na década de 1970 começou a ser implantado o projeto que levaria à minimização
dos problemas de inundações provocadas pelo transbordamento do rio Tamanduateí.
Em 1978, a Secretaria de Recursos Hídricos Saneamento e Obras, através
do DAEE, assumiram o desafio de enfrentar os problemas das inundações
do Tamanduateí, iniciando as obras de canalização do rio, desde sua
foz, junto ao rio Tietê, até a foz do córrego Oratório, em Santo André,
totalizando uma extensão de 16.300 metros de canalização, beneficiando
milhões de pessoas que transitam diariamente pela região e, principalmente,
os bairros e Municípios localizados nas áreas de influência do rio Tamanduateí.
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