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Zona Azul e área de pedestres: disciplina e democratiza o espaço urbano*
A cidade de São Paulo constitui-se em um centro urbano de alta complexidade e, há muito tempo insere-se no quadro das maiores metrópoles do mundo. Neste contexto um dos desafios mais contundentes do poder público é a gestão do trânsito e a ordenação do espaço viário. Resultado da acelerada demanda de veículos automotores, prontamente respondida pela indústria automobilística do país, o trânsito da cidade sempre caminhou dependente de ações sensíveis às transformações da sociedade. Em 1938, São Paulo já contava com 4 mil fábricas e por suas ruas trafegavam mais de 30 mil veículos automotores, além de 500 bondes elétricos. Ruas estreitas, largos bucólicos e várzeas encharcadas separando bairros operários do centro, indicavam que a cidade já estava sendo pega de surpresa pelo desenvolvimento. A cidade perdia a fachada imposta pelos barões do café e começava a receber contornos de uma metrópole industrial. Com a urbanização, vieram os estímulos ao comércio e ao bem estar social. A sociedade urbana-industrial evoluiu sempre em busca da prosperidade, com inovações e racionalizações do trabalho. Do ponto de vista do tráfego urbano, as transformações foram contundentes. Nos últimos 30 anos, verificou-se que a participação do transporte individual cresceu diante da diminuição ou estagnação do transporte coletivo na região metrocidade de São Paulo constitui-se em um centro urbano de alta complexidade e, há muito tempo insere-se no quadro das maiores metrópoles do mundo. Neste contexto um dos desafios mais contundentes do poder público é a gestão do trânsito e a ordenação do espaço viário. Resultado da acelerada demanda de veículos automotores, prontamente respondida pela indústria automobilística do país, o trânsito da cidade sempre caminhou dependente de ações sensíveis às transformações da sociedade. Em 1938, São Paulo já contava com 4 mil fábricas e por suas ruas trafegavam mais de 30 mil veículos automotores, além de 500 bondes elétricos. Ruas estreitas, largos bucólicos e várzeas encharcadas separando bairros operários do centro, indicavam que a cidade já estava sendo pega de surpresa pelo desenvolvimento. A cidade perdia a fachada imposta pelos barões do café e começava a receber contornos de uma metrópole industrial...
*GERÊNCIA DE ESTACIONAMENTO ROTATIVO – CET/SP.
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